sexta-feira, 29 de setembro de 2006

Body Count - por falar em temas antigos :))))))

COP KILLER

I got my black shirt on.
I got my black gloves on.
I got my ski mask on.
This shit's been too long.
I got my twelve gauge sawed off.
I got my headlights turned off.
I'm 'bout to bust some shots off.
I'm 'bout to dust some cops off.

I'm a COP KILLER, better you than me.
COP KILLER, fuck police brutality!
COP KILLER, I know your family's grieving,
(FUCK 'EM!)
COP KILLER, but tonight we get even, ha ha.

I got my brain on hype.
Tonight'll be your night.
I got this long-assed knife.
and your neck looks just right.
My adrenaline's pumpin'.
I got my stereo bumpin'.
I'm 'bout to kill me somethin'.
A pig stopped me for nuthin'!

COP KILLER, better you than me.
COP KILLER, fuck police brutality!
COP KILLER, I know your momma's grieving,
(FUCK HER!)
COP KILLER, but tonight we get even, yeah!

DIE, DIE, DIE PIG, DIE!

FUCK THE POLICE!
FUCK THE POLICE!
FUCK THE POLICE!
FUCK THE POLICE!

FUCK THE POLICE!
FUCK THE POLICE!
FUCK THE POLICE!
FUCK THE POLICE!
Yeah!

COP KILLER, better you than me.
I'm a COP KILLER, fuck police brutality!
COP KILLER, I know your family's grieving,
(FUCK 'EM!)
COP KILLER, but tonight we get even, ha ha ha ha, yeah!

FUCK THE POLICE!
FUCK THE POLICE!
FUCK THE POLICE!
FUCK THE POLICE!

FUCK THE POLICE!
FUCK THE POLICE!
FUCK THE POLICE!
FUCK THE POLICE!
Break it down.

FUCK THE POLICE, yeah!
FUCK THE POLICE, for Darryl Gates.
FUCK THE POLICE, for Rodney King.
FUCK THE POLICE, for my dead homies.
FUCK THE POLICE, for your freedom.
FUCK THE POLICE, don't be a pussy.
FUCK THE POLICE, have some muthafuckin' courage.
FUCK THE POLICE, sing along.

COP KILLER!
COP KILLER!
COP KILLER!
COP KILLER!

COP KILLER! Whaddyou wanna be when you grow up?
COP KILLER! Good choice.
COP KILLER! I'm a muthafuckin'
COP KILLER!

COP KILLER, better you than me.
COP KILLER, fuck police brutality!
COP KILLER, I know your momma's grieving,
(FUCK HER!)
COP KILLER, but tonight we get even!

Uma sexta toda catita

O rádio do meu carro morreu há três semanas. Como já passou algum tempo, achei que estava na altura de ir com ele ao médico, e pensei que hoje seria o dia ideal.
E lá fui acompanhada pelo meu papá, porque ele gosta de participar destas partes da minha vida, e não porque sou uma miúda mimada. Uma vez lá, parece que aquilo era só meter a chave de fendas para dentro de uma ranhura, rodar uma ou talvez duas vezes, e depois dar um toquezinho com o punho...e ficou bom. Ressuscitou.
O senhor doutor, feliz pela reanimação, sai do carro e resolve bater com a porta, com se da entrada da quinta da família se tratasse. Ouve-se...plof!
O meu pai, como qualquer miúdo que acaba de fazer cocó, olhou para mim e disse: "já está"
E de facto estava. O rádio estava arranjado e o vidro estava TODO LÁ DENTRO da porta. Não subia, nem descia...

Conclusão:

Hoje ando de carro de pai, com tudo o que isso tem direito:
- CD do patinhos e daquela pata maluca do Continente;
- Proibido mexer no ar condicionado porque "está na temperatura que é melhor para nós" (deve ser uma cena de família que eu não sei);
- "Para alterares o volume do rádio, fá-lo no aparelho e não no volante porque....ha...humm...é melhor assim"
- "Não ponhas aí nenhum dos teus cd's...ouve antes rádio que também é bom...o 2 é a Rádio Renascença..." (uau)
- "se te mandarem parar e perguntarem alguma coisa que tu não sabes...telefona-me"

quinta-feira, 28 de setembro de 2006

A minha maior engrominação

Detesto mentiras e não sou nada mentirosa, mas devo ser uma das maiores prega petas que por aí andam. Em compensação, caio em tudo o que me dizem. A pior de todas passou-se quando eu tinha para aí 8, 9 ou 10 anos.
Um amigo de infância, dois anos mais velho, resolveu ir ao cabeleireiro esticar o cabelo. Um acto, que só por si, não lembraria ao diabo, mas que eu achei normalissímo. Como ele o tinha tinha encaracolado, chegou à praceta com as madeixas pelo meio das costas. Aqui, eu, a tolinha, exclamei:
“ah, pareces um heavy metal...!”
“Eu sou um heavy metal e até já saí na Bravo”
“pois...”
“a sério, queres ver? Vou a casa buscar a revista já te mostro...”
E lá foi ele à maison. Quando chega traz na mão a revista da moda, e a capa ERA MESMO ELE DE CABELO ESTICADO!!!! O impressionante é que o nome dele também lá estava escrito. Delirei. O Johnny era capa da Bravo!!!! Lembro-me de, na altura, ter pensado que devia ter a ver com o facto de ele ser grande fã dos U2...(nada a ver...) Mas a verdade é que nunca me questionei sobre a verdadeira razão, de ele ali estar escarrapachado.
Os anos passaram, e eu sempre grande amiguinha dele. Já quase na idade adulta, e em conversa sobre cenas lindas que nos aconteceram em putos, euzinha, lembrei-me do tal feito:
“E tu, que saíste na capa da Bravo..Isso é que foi grande cena... Já nem me lembro bem... aquilo foi porquê?”
Ele esboça um sorriso...e...ataque de riso!
Eu: “não estou a perceber...”
A verdade é que na capa da revista, de facto, vinha o nome dele escrito (pura coincidência), mas ele (danado para a brincadeira) resolveu esticar o cabelo para ficar parecido com o cromo que estava em grande plano... Eu, depois de ter visto o nome, e uma vez que ele estava de cabelinho à heavy, nem averiguei bem se era a mesma pessoa.
Não era, claro.
Durante mais de 10 anos acreditei que o Johnny tinha sido capa da Bravo, e cheguei a contar a outras pessoas...
"Tenho um amigo que foi capa da Bravo."
"ya..."

Ele nem queria acreditar que nunca me tinha desmentido a coisa...
Assim escritinho até nem tem muita piada. Mas teve. Acreditem :)))

quarta-feira, 27 de setembro de 2006

Listas

Aqui vai uma lista das listas que acho todos devíamos fazer:


- de ataques de riso;
- de patadas na poça;
- de músicas que marcaram um tempo;
- de músicas que lembram pessoas;
- de músicas que lembram lugares;
- de peças de roupa de que temos saudades;
- de tangas metidas;
- de jantares memoráveis;
- de sapatos feios;
- de pés bonitos;
- de pés feios;
- das melhores férias;
- dos melhores destinos visitados;
- dos destinos a visitar;
- da pastelaria mais apreciada;
- dos pratos mais deliciosos;
- (aceitam-se mais sugestões)


Gostava de ver algumas listas nos comentários. Mas se não, tudo bem.

terça-feira, 26 de setembro de 2006

Isto...a canalha dá-nos volta à mioleira

Ainda "ontem" estávamos especadas a olhar para a bolinha vermelha do teste de gravidez...
Passaram 8 meses e a miúda fez-se.
Toda pespeneta, com a personalidade vincada, a dar mostras do pêlo que tem na venta, a Carolina ainda não completou 24 horas de vida e já mantém uma relação de amizade com a xuxa, como muitos de nós não temos com os que nos são mais próximos.
Pequenita, roliça e de bochecha gordinha a catraia encanta cada olhar. Meti conversa com ela, imaginando que já estaria BEM habituada à minha voz, mas a única resposta que obtive foi um valente gritinho em bébérês que anunciava: "deixa-te de merdas, e põe-me a cena de borrachinha na boca, já que a minha mãe tá numa de não me enfiar a mama outra vez nas goelas!"
Franziu o sobrolho, indicando-me que demorei um bocadinho a atender o pedido, e voltou a meter-se com ela própria, em sonhos (ainda) com o líquido amniótico e a placenta, companheiros de luta da última temporada.
Durante uma hora que priveligiou da minha visita, a Carol manteve-se à altura de uma Diva. Sem grandes euforias, optou por uma postura diplomática acenando (esporadicamente) com a mão em gesto de agradecimento pela companhia.
Com alguns gramas à frente do número três da balança, Carolina apresenta-se elegante e bem-parecida. Olhito rasgado, sobrancelhas quase invisíveis (de tão louras) e três ou quatro fios de cabelo adivinham um ninfa digna de qualquer canto Lusíada.
Ora, temos moça!

segunda-feira, 25 de setembro de 2006

Uma vez que há certas e determinadas pessoas que nunca foram ao NEWS, aqui vai um ode ao ROOKIE

HURT SO GOOD

When I was a young boy,
Said put away those young boy ways
Now that im gettin older so much older
I long all those young boy days
With a girl like you
With a girl like you
Lord knows there are things we can do, baby
Just me and you
Come on and make it a

Chorus:
Hurt so good
Come on baby make it hurt so good
Sometimes love dont feel like it should
You make it hurt so good

You dont have to be so excitin
Just tryin to give myself a little bit of fun, yeah
You always look so invitin
You aint as green as you are young
Hey baby its you
Come on girl now its you
Sink your teeth right through my bones, baby
Lets see what we can do
Come on and make it a

Chorus:
Hurt so good
Come on baby make it hurt so good
Sometimes love dont feel like it should
You make it hurt so good

I aint talkin no big deals
I aint made no plans myself
I aint talkin no high heels
Maybe we could walkin around, all day long,
Walkin around, all day long

Chorus:
Hurt so good
Come on baby make it hurt so good
Sometimes love dont feel like it should
You make it hurt so good
Hurt so good
Come on baby make it hurt so good
Sometimes love dont feel like it should
You make it hurt so good

Hey, hey

Saíu no DN

"Jovens portugueses encontram um futuro no país do 'Verão Azul'

Na infância portuguesa de Marta, Rodrigo ou Álvaro, cruzar a fronteira era um exercício de espera - os polícias revistavam os carros, procuravam contrabando. Espanha era o lugar dos brinquedos baratos, o país do Verão Azul. Hoje, uma viagem de avião entre Lisboa e Madrid, ida e volta, pode custar 70 euros - acabaram-se as pesetas e os escudos. . . Madrid ou Barcelona tornaram-se numa extensão lógica para a vida de muitos portugueses. Tal como antes um estudante ia da Guarda para Lisboa.

Álvaro Moreira, 28 anos, era advogado no Porto e foi abrir um restaurante em Madrid. O Chic, no bairro de Opera, tem oito meses: "Aprendi mais aqui do que em dois anos a exercer direito. Há mais oportunidades em Espanha, a economia portuguesa não gera confiança nos investidores. Aqui, a restauração é muito profissional e competitiva".

Não há números sobre os jovens portugueses em Espanha - a maioria não se inscreve no consulado. Mas basta viver em Madrid, e conhecer um português, para ir descobrindo, em cadeia, arquitectos, finan- ceiros, publicitários, advogados.

Rodrigo Coutinho, psicológo criminalista, trabalhou numa prisão de Lisboa. Mas pouco mais havia para fazer em Portugal. Esteve na Islândia, isolado, numa empresa que construía uma barragem. Preparava-se para Londres quando a namorada, espanhola, o incentivou a mandar o currículo para Madrid . Responderam depressa, algo que diz nunca acontecer em Portugal. Tem 31 anos e está na IBM: "Eu adoro Lisboa, mas o que vou fazer? Os meus colegas de faculdade estão todos a recibos verdes. Paga--se mal. Não se premeia o mérito".

Os chefes de Marta Lima, na Gillette, sabiam que ela queria ir para fora. Já passaram dois anos e meio desde que chegou a Madrid. Trabalha em trade marketing, tem 28 anos: "Aqui as pessoas são mais positivas, isso nota-se na forma de trabalhar. Se numa reunião se propõe uma ideia, incentivam. Em Lisboa a primeira coisa que faziam era levantar um problema. Bloquear-te."

Sobre a vida social, Rodrigo diz: "É uma diferença do mar para a terra. Em Portugal as pessoas não se misturam, são mais fechadas. Aqui vales pelo que és, não pelo carro que tens." Marta afirma: "Organizava-me para estar em casa, aqui organizo-me para estar fora de casa. Há espaços verdes, as pessoas saem do trabalho e não se enfiam nos apartamentos. Os restaurantes e bares estão cheios. Mas isso também tem a ver com um maior poder de compra."

Álvaro Moreira lamenta: "Fechámo-nos. Aqui conhecem mal a culinária portuguesa. Estamos preocupados que entrem em Portugal. Para eles, nós somos um mercado quase cinco vezes menor e com menos rendimento. Devíamos era estar preocupados em entrar cá, são um mercado muito maior e ganham mais."

Nenhum deles fala dos portugueses como se fossem outros. Se criticam, usam a segunda pessoa do plural: "Nós". Mas não prevêem regressar nos próximos tempos."


Apenas uma pergunta:

E O MAR?

Por mim, podiam ir todos para Madrid apanhar com atentados da ETA e da Al-Qaeda todos os dias. Comam paella até rebentar e devorema a Hola todas as semanas.
Espanha? Alguma vez?!
A ter que emigar, que seja para o outro lado do Atlântico...

Apesar de ser segunda...




Hoje vai ser um dia especial. Vou ser tia!

WTC



Gostei.
Boa realização.
Produção Excelente.
Abordagem diferente do 11 de Setembro.
Uma história verídica transformada em guião.

Vale a pena.

sexta-feira, 22 de setembro de 2006

Go lesbian

Não gosto lá muito do meu nome. Nem lá muito, nem lá pouco, não gosto. Mas já me habituei e agora quando ouço "lidia!", olho.
Por outro lado, e estranhamente, sou grande fã da letra L. Acho gira, elegante, sofisticada, com vértice e que fica bem em qualquer coisa...
Agora, alguém me explica porque raio se lembraram de inventar uma série de t.v, sobre os amores e desamores da comunidade lésbica, cujo nome é exactamente A letra L??????

Ya, ya...

Your Chances of Being a Multimillionaire: 60%

You have a decent shot at being a multimillionaire. Surprised?
You're confident and a hard worker. Keep it up!

quinta-feira, 21 de setembro de 2006

Ideias para sobreviver ao stress diario

- manter um sorriso nos lábios (mesmo que sínico);
- rir no momento em nos apercebemos que nos passaram a perna;
- trocar mails com todas as pessoas que nada tenham a ver com o cenário que vos envolva no momento;
- babar, vezes sem conta, com as fotos do Tom Cruise, no Top Gun e no Cocktail;
- desenhar bigodes à Angelina Jolie, em todas as fotos em que ela apareça;
- comer duas caixas de pastilhas super-gorilas de morango;
- assistir diariamente a cinco episódios do Friends;
- escrever num blog;
- digitalizar fotos antigas e mandar mails a fazer chantagem com os principais protagonistas;
- Ouvir Madonna;
- Ver Gato Fedorento;
- Falar sobre a vida alheia e rematar com: “eu não tenho nada a ver com isso...cada um é que sabe de si...estamos apenas a comentar e não sai daqui...”
- dar baile ao kamané (quem não tem um deverá substituir este item por “arranjar um kamané para dar baile”);

quarta-feira, 20 de setembro de 2006

;)

Words like violence
Break the silence
Come crashing in
Into my little world
Painful to me
Pierce right through me
Cant you understand
Oh my little girl

All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very unnecessary
They can only do harm

Vows are spoken
To be broken
Feelings are intense
Words are trivial
Pleasures remain
So does the pain
Words are meaningless
And forgettable

All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very unnecessary
They can only do harm

Enjoy the silence

Eu não amarro o burro, mas fico com a mosca quando...

...o Kamané não diz olé
...o kamané não comenta o post que eu dediquei à sua casa onde mora sozinho.
Sem ninguém.
...o Kamané se arma em carapau de corrida na troca de mails
...o kamané não diz quem ela é
...o kamané não diz o que é
...o kamané não lava o pé
...o kamané finge o que não é
...o kamané se sente um bidé.

Alguém saberá responder?

Perguntaram-me qual é o sítio do planeta que eu QUERO conhecer antes de morrer. Não soube responder. Nunca pensei nisso. Aliás, a ideia que um dia vou bater a botinha é que não me agrada muito.

Vais para a escola? Leva a cola...

Quem não se lembra deste célebre slogan publicitário, que ponha o dedo no ar.
Ouvia-se mais ou menos por esta altura, a propósito do regresso às aulas. Apesar de nunca ter admitido em voz alta, em Setembro eu já quase não dormia, com tanta ansiedade à espera do começo das aulas. Ridícula, eu sei...
O que eu mais gostava era dos cadernos novos, dos livros cheios de matéria nova (:S), das borrachas, das canetas ou do cheirinho do papel por estrear...
Ora, fazendo bem as contas, já lá vai uma década que eu abandonei o fantástico mundo de estudante e essas sensações por lá ficaram.
E porquê isto agora?
Simples.
Este blog estava a ficar um bocado parvo. A culpa é minha, confesso. A verdade é que andava com vontade de deixar isto, porém dei comigo a pensar de mim para eu:
"Ó lídia, então mas tu até és a maior excitadeca da escrita..."
"olha, pois sou!"
"então, não te armes em botão de punho..."
"pois, lá isso..."

Uma vez que as pessoas merecem todas as oportunidades do mundo e eu já não tenho razão para ter cadernos novos, resolvi dar um look renovado ao estórias. Percebem a ligação? Não? Azar...
Só vos digo que este layout tem muito mais a ver comigo. Espero que gostem, porque vou continuar nisto mais uns tempos.

terça-feira, 19 de setembro de 2006

segunda-feira, 18 de setembro de 2006

A Adraga é mítica


Assim do nada, recebi esta foto por mail...Linda!
Um lugar recheadinho de estórias...

sexta-feira, 15 de setembro de 2006

Será possível uma semana durar dois meses? Se assim é, quantos meses podem durar seis? Porque é que todas as sextas têm que ser acompanhadas por uma enxaqueca? Porque é que o último filme do Oliver Stone só estreia em Portugal no dia 21? Onde raio guardei os papéis que estou a precisar? Haverá comprimidos para ajudar a engolir elefantes? Se as torres caíram airosas no ground, qual a razão para as passagens para New York serem tão caras? E se de repente começássemos todos a falar em inglês? Qual a explicação para colocarem uma rotunda dentro da sala onde trabalho? O que é que será que a Carol vai achar disto? Onde está o ecoponto na minha rua?

quinta-feira, 14 de setembro de 2006

AS GORDAS CONQUISTARAM A CENA MUNDIAL

Saíu uma lei, no livro das leis internacionais das coisas, que diz que a partir de agora as modelos anorécticas estão proibidas de entrar na catwalk.
Assim. Sem mais nem ontem, e como se não houvesse amanhã.
Os padrões de beleza planetária estão oficialmente mudados, e agora são as balofas, ditas mulheres com formas e curvas, que vão exibir os modelitos da alta costura.
Para mim, é praticamente o fim do sonho. Agora que eu andava a treinar o desfile em sapatos de salto em agulha...já não me aceitam!!!
Sempre quero ver as moby dicks a desfilar de bikini brasileiro...GORDALHUFAS!!!!

quarta-feira, 13 de setembro de 2006

13 de Setembro

Todas as famílias têm um dia do calendário especial. Inexplicavelmente, é uma data que fica na história e que assinala momentos importantes, uns felizes outros nem por isso.
Na minha é hoje (e se, até à meia-noite, tiver que acontecer alguma coisa para mais tarde recordar, que seja melhor que um sonho!)

Surpreendente...

Your 2006 Summer Anthem Is

Dani California by the Red Hot Chili Peppers

"She's a lover, baby, and a fighter
Shoulda seen it comin' when it got a little brighter
With a name like "Dani California"
Day was gonna come when I was gonna mourn ya
A little loaded she was stealin' another breath
I love my baby to death"

Juro...

...que achava que ontem era quarta...

terça-feira, 12 de setembro de 2006

Os bonecos da minha vida


Por mais azul que me sinta basta olhar para eles e fico logo como o arco-íris (bonito...)
O MICKEY



Desde que saí da braguilha do meu pai, que me lembro de gostar dele. Conheci-o em Los Angeles e ele deu-me um autógrafo e um beijinho. Voltámos a ver-nos, o ano passado, em Paris. Estava na mesma. Lindo e divertido. Claro que tenho uma orelhas iguais às dele, e as réplicas do moço distribuem-se pela minha casa, e até no meu carro há um deles.

O ET

Este é um amor mais recente. Devia ter para aí oito aninhos...

Também o conheci (e, por acaso também foi em LA, mais precisamente em Hollywood...:) :)). Na despedida ele disse: " bye...bye...Lídia" ...fiquei com lágrimas nos olhos. O ET TINHA DITO O MEU NOME!!!!!!!! Ainda que tenha sido um lidia com Y, soou perfeito e nunca mais me vou esquecer. Não deu para pedir um autógrafo, porque o miúdo ainda não consegue agarrar bem na caneta.

Hoje estou cheia de piadinha, tou tou...

Hoje o dia pareceu-me dois

O que quer dizer que, para mim, amanhã é sexta, que vou trabalhar no sábado e folgar na segunda.
Até é bom.

segunda-feira, 11 de setembro de 2006

11/9


Ainda não acredito. É um disparate.
Quantas mais vezes vejo as imagens, menos consigo meter na cabeça que duas torres gigantes caíram direitinhas no solo, COM PESSOAS LÁ DENTRO!
Vi o 2ª ataque em directo. Estava ao telefone a relatar que tinha havido um acidente, e que um avião havia colidido com uma das twin towers. De repente, surge outro avião no ecrã e desaparece dentro do segundo edifício! Inacreditável...
Só me lembro de ter pensado que naquele momento (em que eu estava a assistir a todo o espectáculo, confortável no sofá da minha sala) estavam pessoas a morrer.....centenas delas...
Fiquei aterrorizada com a imagem de um homem a cair com o casaco nas mãos, talvez a tentar fazer daquilo um pára-quedas, ou simplesmente em puro desgoverno numa queda que o iria atirar, segundos depois, para a morte.
Morreu-se assim. Ao desbarato.
"Inalo fumo e sofro até sufocar ou atiro-me e espero que algo me apare a queda?", em quantas cabeças terão estes pensamentos surgido?
Aterrador. Mesmo à distância de cinco anos.
Nunca fui a Manhatan, mas estive no aeroporto mais perto da cidade. Fotografei a silhueta da ilha, com a promessa de um dia voltar. Na minha película destacam-se a torres gémeas e eu tinha a vontade de as conhecer, e subir ao topo para sentir as tonturas típicas da vertigem. Não gosto de estruturas muito altas mas, quando o que representam exige, subo-as, porque sei que me arrependo senão o fizer. Lá, sinto-me sempre desconfortável e despacho-me a ver o que há para ver, para rapidamante descer ao solo firme. Combato o medo com um único sentimento: "se àquele senhor, que trabalha aqui e está neste local todos os dias, nunca lhe aconteceu nada, agora também não vai acontecer. Ele até está calmo e a sorrir..."
No 11 de Setembro de 2001, se eu tivesse subido àqueles edifícios, pensaria no mesmo...

quinta-feira, 7 de setembro de 2006

Margem Sul versus Margem Norte

Só há pouco tempo é que me apercebi que o Rio Tejo é um enorme problema para os habitantes de Almada e aldeias circundantes. Com tanto problema no mundo, para quê viver com complexos inferioratórios?

A verdade é que não vale a pena, porque a Geografia dita as regras. Quem é que está por cima? O Norte sobre o Sul, ou seja, o mais forte sobre o mais fraco. Simples e indiscutível. Lisboa olha, de uma forma natural, de cima para Almada, Cacilhas, Feijó, Paivas, Fernão Ferro, Baixa da Banheira, Barreiro, Moita e Cruz de Pau (a escolha de nomes também não foi feliz...).

Quando nos referimos ao Porto, aí acontece um fenónemo. Chama-se "fenómeno de inversão da bússola".

quarta-feira, 6 de setembro de 2006

Nada como um bom almoço no Mac!

Linda como o pai...

Mochila às costas

Era por esta altura a chegada do inter-rail.
Após três semanas a dormir em comboios, parques de campismo ou pousadas da juventude, com o Let's Go numa mão e a máquina fotográfica na outra, a chegada a Santa Apolónia acontecia nos primeiros dias de Setembro. Depois de 50 mil postais, enviados dos quatros cantos da Europa, o reencontro provocava ansiedade, tanto para revelar como para descobrir, cada detalhe da viagem.
Durante vários anos, estas foram as férias de eleição no meu grupo de amigos. Houve quem fizesse oito (sim!), quatro, três, dois ou somente um. Outros há que, habituados que estavam às lides mochileiras, não viveram uma só viagem. :(
Na véspera da partida, o ritual repetia-se: rapavam-se cabeças, descoloravam-se cabelos, furavam-se orelhas e escolhia-se a roupa mais "confortável" do armário. Nos planos iam visitas a cidades monumentais, a festivais de música, a estádios de futebol, a locais belos e recônditos. No regresso, a mochila chegava carregada de experiências e histórias únicas e intransmissíveis. Momentos que, por mais voltas que a vida dê, não mudam e ficarão "lá" sempre.
A propósito de nada, hoje lembrei-me disto tudo.

terça-feira, 5 de setembro de 2006

Quem tem uma piscina tem tudo


Ontem à noite, enquanto vos abanáveis com os leques, grudados na frente da ventoínha, eu refrescava-me nas águas cristalinas da MINHA PISCINA!

27° era a temperatura da água!

E como diz a pequena Maria:

PAXINA! PAXINA! PAXINA!



sexta-feira, 1 de setembro de 2006

Rentreé

O tempo de férias chegou ao fim. Um final que dá origem a um princípio ou a uma continuação (como se preferir). Nesta altura, dá-se o regresso à vida que se costumava ter.... Uma época que tem um nome em estrangeiro: rentrée.
Ora, o que será o melhor e o pior do voltar a essa rotina?

Melhor: "...os tons ôcre, claro.." (Lili Caneças, Jet7 1999)

Pior: "...a fome, a guerra e a miséria..." (Carlos Sampaio, Jet7 1999)

Sexta-feira



Finalmente...

Parabéns, Filipa!

Sabes porquê?

Quem diria...

Nunca fui beta. Mas, infelizmente, andei lá perto. Não perto de me tornar uma, mas muito próximo da vivência desse fantástico mundo da betolândia. Foi em prol da amizade (!), e serviu-me de lição.
Mas não interessa. O que é realmente importante, e espantoso, é que nesses meus anos de episódios esquisitos cruzei-me com um beto-ave-rara-migratória. É uma figura peganhosa, pestilenta, destrocida, desfocada, descoordenada, feia e arrogante, e a nossa relação não passava de um concurso de caretas, com bastantes onomatopeias intercaladas. Felizmente, deixei de o ver.
Como é mais feio que um bode em decomposição, namoradas era coisa que por ali não abundava (tirando uma certa e determinada menina que, devido à míopia crónica, o fez sentir-se um homenzinho). Ora, então não é que o andróide conseguiu enganar uma acefala e vai conduzi-la ao altar? Parece que a miúda tem posses, e um nome de quatro quilómetros, só em abreviaturas. Tadita, alguém a devia avisar...