Casa Nova
Pois. Sempre dissemos e nunca escondemos de ninguém que aquele refúgio da Antero de Quental seria passageiro...coisa para durar uns 10 anitos. Mas não. Durou 5.
A casa de sonho caiu-nos no colo com o melhor dos preços. Um serão foi suficiente para tomarmos a decisão: “’Bora mudar!”. O mais aliciante era o facto de a casa se encontrar em bruto, virgenzinha da Silva sem nunca ter sentido um ventinho de mudança: azulejos das casas de banho originais, cozinha de origem, estores, caixilharia, pavimento, etc. A única modificação digna de reparo encontra-se num dos quartos: papel de parede às flores lindas e belas. (que vamos deixar, e será como um Jardim).
Programar as obras e as transformações é motivante, mas quando o que tínhamos idealizado “afinal, não vai dar assim vai ter que ser assado” é triste. Todos os dias há uma nova notícia. O engraçado é que mesmo desiludida, apaixono-me pela nova ideia e depois já acho que a anterior ia ficar horrível.
Sou típica.
1 comentário:
És!
:)
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